PARTE VIII
(8/13)
Página 214 – Um exemplo hipotético: Uma engenheira de IA Inteligência
Artificial, de TI, ganha alto salário nos USA para desenvolver uma
startup. O pai dela sofre um AVC e
precisa de cuidados. Ela tem que optar
entre cuidar diretamente do pai em parte do tempo ou contratar uma mexicana que
ganha pouco e que vai cuidar do pai dela.
O pagar para cuidar vai afrouxar o laço de família e tem o seu lado
ético. Mas na prática se adota a opção
pagar cuidador/a. Ele faz a provocação
para reflexão: “Mas será que o
crescimento econômico é mais importante que os laços familiares?”
216 –
Ele cita o valor supremo do capitalismo:
1 – Investirás teu lucro no incremento do
crescimento...
(como
leitor, me parece um pouco distorcido.
O crescimento, se for do coletivo da economia, não seria o foco do
investidor. Ele espera o retorno para
si). Inclusive a Economia separa
para fins de estudo, a Macroeconomia que trata de Crescimento Econômico,
etc. e a Microeconomia que trata de
custos, lucros, etc.
218 –
Fatores – matéria prima, energia e conhecimento.
“A maior das descobertas científicas foi a descoberta da ignorância”
O não saber
gera em muitos a busca de pesquisar para estudar o que já se conhece e ir em
busca de conhecer/criar coisas novas.
Isto é Ciência.
219
-Potencial que ele destaca em três frentes:
Nanotecnologia; Engenharia Genética e IA
Inteligência Artificial
O
calcanhar de aquiles é a ameaça do colapso ecológico do planeta.
“Se
desestruturarmos a Natureza não vai ser só fauna e flora que serão
atingidos. O homo sapiens (ser humano)
também será atingido”.
“Uma
desintegração ecológica causaria ruina econômica, tumulto político, queda do
padrão de vida humano e poderia ameaçar a própria existência da civilização
humana”.
220
- A cidade de Pequim é muito poluída e a
elite local anda construindo “redomas” com purificação de ar protegendo até
canchas esportivas para quem tem dinheiro para pagar esse conforto. E o pobre...
220 –
Povos populosos como China e Índia aspiram ter poder de consumo semelhante ao dos americanos. Sabe-se que a Natureza não tem como prover
isso. O autor reconhece o exagero dos
americanos em consumismo desenfreado.
O autor
disse que em catástrofes sofrerão os mais pobres.
“Não
existe justiça na história” ele
deixa claro.
221- Aquecimento global (provocado pelo homem) e
as emissões de GEE Gases do Efeito Estufa.
Do ano 2000 para 2010, a emissão de GEE cresceu em 2,2% ao ano e a meta
era redução.
Entre 1970 e 2000 o
crescimento da economia mundial foi menor, 1,3% ao ano.
221- O
Protocolo de Kyoto de 1997. Sobre
mudanças climáticas. Os USA não
assinaram porque diziam que iria afetar a economia deles. O protocolo previa a desaceleração da
emissões de GEE. Justo os USA que são o
primeiro colocado como poluidor do mundo.
221 –
Acordo de Paris em 2015, busca limitar a elevação da temperatura mundial até um
máximo de 1,5 graus Celsius acima do nível pré revolução
industrial. Isto foi adiado, esta
meta, para o ano 2030.
As
pessoas acham que lá na frente a tecnologia vai resolver a questão meio por
milagre.
222 – O
gráfico ascendente das emissões de GEE parte de 1970 a 2012. Em 1970 a emissão mundial era de 15.000 (em milhões de toneladas de CO2). Chegou em 2012 com 34.000. Ou seja, as emissões mais que dobraram nesse
período. Dados da Comissão Européia.
222 – No
limite e em hipótese, no futuro os cientistas construírem uma nova “arca de
Noé” para blindar os milionários enquanto o zé povinho vai ficar no sufoco do
ar poluído, etc.
223 – O
pobre será o mais atingido pelo desequilíbrio global mas não está focado
nisso. O autor explica que só melhora o
sufoco do pobre com a economia crescendo e crescendo, aumenta o problema
ecológico. (a solução, digo como
leitor, seria uma distribuição de renda mais justa e assim sem crescer o bolo,
daria para melhorar as condições de vida dos mais vulneráveis com base em maior
cooperação mútua). Lembrando que 62
duas pessoas no mundo tem a metade da riqueza do mundo...
O
autor: “Mas o pobre está nessa de
ganhar da mão pra boca, para cobrir o cheque especial”. (pobre de primeiro mundo teria cheque
especial...)
223
- os sistemas sociais anteriores duravam séculos. Hoje em dia cada geração destrói o mundo
antigo e construí um novo em seu lugar.
224 – “Os
luxos de ontem tornam-se necessidades de hoje”.
Ex: internet, celular, etc.
225 – Aquela
do capitalismo e a mão invisível do mercado que cuidará de todo o resto. (na prática temos visto que não...)
225 – Acha
que se deve fazer a crítica do capitalismo, mas também ver suas virtudes. Fala do capitalismo se sobrepondo à fome,
à peste e à guerra. (fala antes do
covid...)
225 – “O
mundo hoje é muito mais pacífico e cooperativo”.
226 – “Se
tudo está à venda, inclusive os tribunais e a polícia, a confiança evapora, o
crédito desaparece e os negócios murcham”.
227
- Capítulo 7 - A Revolução Humanista
228 –
Humanismo. “criem um significado para
um mundo sem significado.” Revolução
Religiosa e seu cerne: “não foi perder
a fé em Deus, e sim, adquirir fé na humanidade”. (eu, leitor, particularmente penso mais ou
menos na seguinte linha. Creio em Deus,
mas separo as coisas assim: os problemas
que aqui nós criamos, somos nós que temos que dar conta das soluções).
231 – No
passado o casamento era imposição dos pais e de Deus. Modernamente, do amor do casal. Dos sentimentos sem imposição.
231-
Divorcio - “... seus filhos poderão
carregar durante décadas as cicatrizes emocionais”.
232 – Êxodo
20,4 - Não fazer imagem nem de humanos
nem de animais. (como divindade)
232 –
Parada Gay anual em Jerusalém. Ele diz
que ocorre há anos.
234 –
França e o mito no tempo dos reis. Na
Catedral de Reims há o mito de que o Espírito Santo na forma de pomba trouxe o
pequeno cântaro de óleo sagrado. Ao se
consagrar um rei, que passará a ter poder divino, pegavam o cântaro “vazio” e
se ele, o novo rei fosse mesmo o “escolhido” por Deus, o cântaro se enchia de
óleo por milagre. O novo rei era então ungido e tinha mandato
divino. (um mito que o povo tinha e
obedecia).
O
primeiro rei que assim foi ungido foi Clovis, rei fundador do Reinado dos
Francos.
235 – O artista
e a arte. Acreditava-se, na idade
Média, que o artista criava e executava suas obras por força divina e os
créditos da obra ficavam mais com Deus do que com o artista.
235
-Papa Gregório, o Grande e os cantos gregorianos. Mostra uma tela cujo tema é ele criando um cântico e um pombinho do divino no
ombro dele – ajuda divina.
236 – Hoje sabemos que a fonte das obras são os
sentimentos humanos. Avaliar a arte –
parâmetros subjetivos. Na estética, para
o humanismo, “a beleza está nos olhos
do observador”.
Em 1917
Marcel Duchamp comprou um urinol comum de série, assinou nele e expos no Museu
de Paris com o nome de Fonte. “A arte
é qualquer coisa que as pessoas achem que é arte e a beleza está nos olhos do espectador”.
238 – A educação humanista leva os
estudantes a aprender a pensar por si mesmos.
239 – “Quando
a fonte do significado e da autoridade foi realocada do céu para os sentimentos
humanos, toda a natureza do cosmo mudou”.
“...Céu
e inferno passam a ser... estados mentais interiores”.
Ficar
irado – inferno. ... curte a
felicidade celestial quando perdoa seus inimigos, se arrepende dos próprios mal
feitos e partilha sua riqueza com os pobres. Algo assim visava Nietzche quando disse que Deus estava morto.
239 – Na
Idade Média, sem um deu eu não teria uma fonte de autoridade política, moral e
estética.
242 – Terra
redonda. Isaias 40,22 Onde Deus senta-se no trono acima do círculo
da Terra.
246 – Idade
Média a arte relatava feitos heroicos dos cavaleiros.
No Pré
Moderno, o foco é em sentimentos humanos.
Dostoiévski, Dickens e Zola são exemplos. Narram sentimentos inclusive de pessoas
comuns, não nobres.
246 –
James Joyce em Ulisses, discorre em 260 mil palavras um só dia dos seus
personagens. Faz paralelo com os Big
Brother atuais onde pessoas comuns, semi peladas, no caso, fazem propaganda,
joguinhos fúteis e prosas – sentimentos de cada um em cada momento.
...................... continua amanhã, quarta feira
22-7-20
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