capítulo 12
Conclusão: Custe o Que Custar
Não
é fácil atrair empreendedores para uma cidade do interior que já passou por
decadência. Tem que haver uma
concertação adequada. O autor cita o
desafio e as incertezas ao implantarem a U.E.
União Europeia. Foi um empreendimento
colossal e se apostou no “custe o que custar”.
Capítulo
8 – O divisor de classes: conseguir
tudo, desmoronar
Pessoas
que tiveram estudos mais sintonizados com as demandas sofisticadas tem formado
famílias mais estáveis para si e para a sociedade. Já os que não se adequam aos tempos atuais
tem reflexo na estabilidade de suas famílias.
“Os filhos herdam a instabilidade dos pais. Essas famílias estão desmoronando.”
...
“Temos de encarar o fato de que o paternalismo social não deu certo e o
Estado não é capaz de substituir a família”.
Apesar disso, as famílias precisam de algum apoio do Estado. O autor sugere o termo: “maternalismo social”.
Fortalecimento a famílias sob Tensão
Juntando a Família
“Os felômeros são as pontas protetoras na
extremidade do DNA: quanto mais curtas, maior o dano sofrido pelas células e a
saúde da detentora. Se a mãe tem
relações instáveis, os felômeros do filho, aos nove anos de idade, são 40% mais
curtos. Terá mais problemas durante a
vida.
...
“A renúncia ao casamento não leva ao fortalecimento materno, mas sim à
escravização materna, na medida em que as mulheres lutam sozinhas para cumprir
dois papeis necessários”.
Jovens
que tem filhos sem se casarem dever ser apoiados e não condenados. O autor defende que inclusive na parte
tributária sejam amparados para encorajá-los a educarem juntos sua prole. Se não houver apoio, o filho vai ficar muitas
vezes aos cuidados do Estado e isso vai ficar mais oneroso ainda para toda a
sociedade.
Apoiar
a família no momento mais importante:
antes da escola
Cita
o caso de Ong para acolhimento de mães solo com problemas de degradação, de
saúde mental, de exclusão social.
Em
cidade com crise econômica essas mães sofriam com o desprezo das outras mães de
alunos quando levavam seus filhos para a escola.
A
Ong criou cafeterias na cidade e essas mães solo tiveram um lugar para
trabalhar e melhorar a auto estima. Deu
ótimos resultados e passaram inclusive a serem menos discriminadas pelas outras
mães de alunos.
Trabalham
num sistema cooperativo.
Casais
jovens sem preparo para a maternidade. “Adolescentes
que mal acabam de sair da infância mergulham numa situação em que precisam
sacrificar seus desejos pessoais, controlar suas emoções e planejar o
futuro. Genitores jovens precisam de
dinheiro, de ajuda e de supervisão não acusatória.
Paternalismo
estatal pode não ser adequado. Mãe
solteira na Grã Bretanha, o estado fornece a ela casa para morar. Espanha e Itália não fornecem casa. “A Grã Bretanha tem um dos maiores índices de
mães solteiras da Europa. A Itália e
França por outro lado, tem índices dos menores de mães solteiras da Europa.
Da
tese de doutorado de um orientando do autor.
Sobre um condado dos USA frente à crise econômica de 2008 e o
desemprego. Cresceu o abandono de
crianças. (tudo comprovado com
estatísticas acadêmicas).
“Para
cada 1% de crescimento do índice de desemprego num condado, a incidência de
negligência infantil aumentou em 20%.”
(abandono de filhos).
Condados
nos USA com seguro desemprego mais longo, houve menos abandono de crianças na
crise de 2008.
No
passado as famílias eram maiores e havia mais parentes para se socorrerem e nos
tempos recentes as famílias são menores, o que dificulta o socorro entre os
familiares.
Famílias
pequenas... “Os avós atualmente se
envolvem muito mais do que antes com seus netos”.
O
autor alega que se o Estado adotasse o uso de oferecer escolas para a criança
no “jardim da infância” poderia ser bem útil inclusive para que famílias de
diferentes classes sociais utilizassem o serviço”. (assim as crianças conviveriam com outras
de diferentes classes sociais de forma inclusiva).
Continua no capítulo 13/16