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domingo, 8 de março de 2026

Cap. 13/16 - fichamento do livro O FUTURO DO CAPITALISMO Enfrentando as Novas Inquietações - Autor: PAUL COLLIER Prof. do Oxford (UK) 2018

 capítulo 13/16                        março de 2026

 

As escolas como locais de apoio   -  As big techs propagaram que trariam melhores condições para apoio ao ensino escolar.    “Todos agora tem acesso, mas pesquisas recentes mostram que os filhos dos instruídos aprendem a usar a internet para aumentar seus conhecimentos, ao passo que os filhos dos menos instruídos usam a internet como distração.”

“A mudança mais preciosa que poderia acontecer com as escolas seria propiciar maior mistura social”.

A universidade de Oxford (na Inglaterra) tentou  algo inclusivo mas a ira dos mais poderosos fez a universidade recuar dessa iniciativa.

As escolas como organizações

Londres que já tem um ensino público de alta qualidade criou o Teach First.  Os melhores alunos egressos da faculdade podem participar do programa que recruta professores para o ensino básico.   O autor diz que os resultados são bons, mas melhor seria que o programa fosse implantado no interior da Inglaterra onde há mais carência e menor qualidade do ensino.

Premio em dinheiro para incentivar desempenho tem limitação.   “Quanto ao tipo de recompensa, o apreço funciona melhor do que o dinheiro (mais uma vez revelamo-nos como animais mais sociais do que gananciosos).”

...   “As pessoas são mais motivadas a evitar perdas do que obter ganhos”.    Na Grã Bretanha as escolas públicas dos grandes centros mais ricos receberam mais verbas do que as escolas de regiões mais carentes.  Isto vai agravando as diferenças de oportunidades.

Além das escolas:  Atividades de Mentoria

A “escola de mágica para estimular as crianças à leitura numa cidadezinha decadente.  Cidade de Totherhgam na Inglaterra.    Uma Ong alugou um prédio vazio antigo, restaurou e fez alegorias com motivos dos contos infantis dos Irmãos Grimm.    A magia para a estimular a leitura.

Crianças entravam lá, viam de cara um pé de feijão gigante e muito mais.   Estes que fazem parte de um dos contos dos Irmãos Grimm.   Escutavam a leitura de livros e... faltava a página com o final do conto...   os alunos ouvintes eram convidados a cada um escrever, narrar um final para a história que estava sendo lida.   Houve tanto sucesso que livros foram escritos descrevendo essa experiência que fez sucesso na Europa.

Já na porta desse ambiente mágico se lia:    Adultos não Entram.   Isto aumentava o clima da magia e atraia os novos leitores.

As crianças que participavam dos eventos no local pegavam gosto pela leitura, o que era o objetivo do local.

No passado, tipo anos 60,70, era mais difícil decidir sobre uma carreira nos estudos por falta de um mentor.   Uma pessoa que tivesse bagagem no tema que o aluno estaria interessado.   Na atualidade é bem mais fácil ter a quem perguntar sobre carreiras.

O aumento da distância nas qualificações, empresas e pensões

“A escola não é realmente uma preparação para a vida: é uma preparação para a formação”.    Boas universidades. Nos USA  tem cinco e na Grã Bretanha tem três das dez melhores universidades do mundo.

 A Alemanha tem tido muito sucesso em focar o ensino articulado com o mundo empresarial.   O aluno aprende as técnicas nas escolas, mas simultaneamente tem treinamento no setor do seu respectivo estudo e assim tem orientação de quem já está pronto e atuante no ramo.  Isto faz a diferença no sentido positivo.

...   Os sonhos de empregos badalados.   “A adaptação do sonho ao emprego faz parte das dores de virar adulto”.   

Da Psicologia

“Os dados sobre os remorsos, confirmam nossa intuição de que o apreço prevalece sobre o dinheiro”.

Na Alemanha a força e gabarito dos ensinos profissionalizantes.   A Suíça, nos cursos profissionalizantes, paga em torno da metade do custo do curso que é puxado mas muito conceituado.   A Suíça tem os melhores cursos profissionalizantes do mundo.   Tem também uma das dez melhores universidades do mundo.

Assegurando o horizonte profissional.    (página 211)

Os empregados sempre tendem a almejar segurança no emprego.   Os USA são um exemplo ao contrário.   Nada de segurança no emprego.    ... Os USA nos anos de 1920, já a legislação era (e continua) no sentido de coibir a organização sindical dos trabalhadores...”

 

Continua no capítulo 14/16

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