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domingo, 15 de março de 2026

Cap. 16/16 (final) - fichamento do livro O FUTURO DO CAPITALISMO - autor: Prof. PAUL COLLIER - da Univ.de Oxford (UK) 2018

 capítulo 16/16 (final)

O autor cita o caso da eleição da França na qual elegeram na época o “pragmatista” Emmanuel Macron, que derrotou a direitista Marine Le Pen.

... Na Alemanha ... “o centro está encolhendo, deixando espaço para os ideólogos populistas”.

Restaurando o Centro: alguns mecanismos políticos

“Precisamos de um processo pelo qual os principais partidos voltem para o centro...”    ...”se tivessem sido os republicanos eleitos a escolherem o candidato presidencial do partido, Donald Trump não estaria na Casa Branca”.   (livro de 2018 – se refere ao primeiro mandado de Trump)

Restaurando o Centro: Sociedades Informadas

...”a política não tem como ser melhor do que a sociedade que ela reflete”.

...”Felizmente as mídias sociais podem ser usadas para difundir não só as más ideias mas também boas ideias”.

Novas Políticas Pragmáticas

...”a África perde 200 bilhões de dólares anuais em fuga de capitais; o Haiti perde 85% de seus trabalhadores jovens mais instruídos”.

Países ricos não se animam a ajudar países pobres.   Se indústrias de países ricos investissem um pouco na atuação nos países pobres, poderia ser útil às partes.

A renovação ética das organizações

“Em contraste com o egoísmo psicopata do homem econômico... as pessoas normais reconhecem que as relações trazem obrigações e que o cumprimento das obrigações tem um papel central no nosso senso de propósito na vida”.

...”a melhor forma de atender às crescentes inquietações globais não é por meio de uma moralização utilitarista, e sim por meio de entidades que construam novas obrigações recíprocas entre as sociedades prósperas para cumprir o dever de resgate”.  (acudir as mais frágeis...)

A política do pertencimento.     ....”nossos líderes políticos... ao abandonar as narrativas de pertencimento baseado no lugar e no propósito, eles abriram espaço para as narrativas divisionistas de pertencimento que reivindicam identidade nacional para alguns, à exclusão de outros”.

...(no caso do Brasil, os ditos patriotas...)    citação do leitor...

...”longe de fazerem circular narrativas de pertencimento comum a um lugar, as câmaras de eco costumam vilipendiar o outro”.

Sobre os líderes divisionistas...   “as narrativas que difundem deveriam se tornar foco de atenção pública.  Deveriam enfrentar pressão para deixarem de alardear as narrativas ideológicas divisionistas em que se especializaram”.

...  

“Este é o pragmatismo moral que pode guiar nossa política passando  do fracasso polarizado para o trabalho cooperativo afim de sanar as divisões que assediam nossas sociedades”.     Acudir os que mais necessitam.

“Isso pode causar arrepio na direita, devido à perspectiva de resultados distributivos superficialmente similares aos concedidos na ideologia marxista”.

“O que eu defendo não é uma variante do marxismo”.

O autor propõe um meio termo.   “As novas inquietações são sérias demais para ficarem entregues à extrema esquerda.   O pertencimento ao lugar é uma força poderosa demais e, potencialmente, construtiva demais para ficar entregue à extrema direita”.

...   “Depois do Brexit e da ascensão de Trump, deveria ser evidente que a ameaça política correspondente é o nacionalismo exclusionista”.

... “Podemos fazer coisa melhor: já fizemos e podemos fazer outra vez”.                         Fim.            (terminei a leitura dia 10/03/2026)

 

Gratidão aos que tem prestigiado nossos fichamentos estendidos.  Haverá outros e outros mais...                resenhaorlando.blogspot.com.br

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