capítulo 16/16 (final)
O
autor cita o caso da eleição da França na qual elegeram na época o “pragmatista”
Emmanuel Macron, que derrotou a direitista Marine Le Pen.
...
Na Alemanha ... “o centro está encolhendo, deixando espaço para os ideólogos
populistas”.
Restaurando
o Centro: alguns mecanismos políticos
“Precisamos
de um processo pelo qual os principais partidos voltem para o centro...” ...”se tivessem sido os republicanos eleitos
a escolherem o candidato presidencial do partido, Donald Trump não estaria na
Casa Branca”. (livro de 2018 – se refere
ao primeiro mandado de Trump)
Restaurando
o Centro: Sociedades Informadas
...”a
política não tem como ser melhor do que a sociedade que ela reflete”.
...”Felizmente
as mídias sociais podem ser usadas para difundir não só as más ideias mas
também boas ideias”.
Novas
Políticas Pragmáticas
...”a
África perde 200 bilhões de dólares anuais em fuga de capitais; o Haiti perde 85%
de seus trabalhadores jovens mais instruídos”.
Países
ricos não se animam a ajudar países pobres.
Se indústrias de países ricos investissem um pouco na atuação nos países
pobres, poderia ser útil às partes.
A
renovação ética das organizações
“Em
contraste com o egoísmo psicopata do homem econômico... as pessoas normais
reconhecem que as relações trazem obrigações e que o cumprimento das obrigações
tem um papel central no nosso senso de propósito na vida”.
...”a
melhor forma de atender às crescentes inquietações globais não é por meio de
uma moralização utilitarista, e sim por meio de entidades que construam novas
obrigações recíprocas entre as sociedades prósperas para cumprir o dever de resgate”. (acudir as mais frágeis...)
A
política do pertencimento. ....”nossos
líderes políticos... ao abandonar as narrativas de pertencimento baseado no
lugar e no propósito, eles abriram espaço para as narrativas divisionistas de
pertencimento que reivindicam identidade nacional para alguns, à exclusão de
outros”.
...(no
caso do Brasil, os ditos patriotas...)
citação do leitor...
...”longe
de fazerem circular narrativas de pertencimento comum a um lugar, as câmaras de
eco costumam vilipendiar o outro”.
Sobre
os líderes divisionistas... “as
narrativas que difundem deveriam se tornar foco de atenção pública. Deveriam enfrentar pressão para deixarem de
alardear as narrativas ideológicas divisionistas em que se especializaram”.
...
“Este
é o pragmatismo moral que pode guiar nossa política passando do fracasso polarizado para o trabalho
cooperativo afim de sanar as divisões que assediam nossas sociedades”. Acudir os que mais necessitam.
“Isso
pode causar arrepio na direita, devido à perspectiva de resultados
distributivos superficialmente similares aos concedidos na ideologia marxista”.
“O
que eu defendo não é uma variante do marxismo”.
O
autor propõe um meio termo. “As novas
inquietações são sérias demais para ficarem entregues à extrema esquerda. O pertencimento ao lugar é uma força
poderosa demais e, potencialmente, construtiva demais para ficar entregue à
extrema direita”.
... “Depois do Brexit e da ascensão de Trump,
deveria ser evidente que a ameaça política correspondente é o nacionalismo exclusionista”.
...
“Podemos fazer coisa melhor: já fizemos e podemos fazer outra vez”. Fim. (terminei a leitura dia 10/03/2026)
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