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O vigário visita Eulália e fica sabendo que ela viu a cena à
noite quando o Feitosa estava encontrando escondido com Irena, sua amiga. Ele ficou em polvorosa.
O pai de Eulália falando com o vigário (sem saber que ele é
o criminoso).
- “Acima da fatalidade está Deus, e eu não sei o que me diz
que há uma testemunha do crime”.
Na conversa entre o professor e o vigário, foi dito que o
professor chegou a desconfiar do vigário no caso.
O vigário falando com Eulália e recordando os quinze anos
desde que a conheceu menina e lhe afagava e que ao passar do tempo isso se
transformou para ele em paixão proibida.
O desprezo dela para com o vigário... “Ele, falando para ela... “Eu descendo aos poucos aos meus próprios
olhos, abismando-me cada vez mais na tristeza... e de queda em queda passei do ciúme à
desesperança, da desesperança ao crime”.
O vigário pensou que Eulália amava o Feitosa que era o amor
da sua amiga Irena.
Eulália – “Que amor? – O seu amor por Feitosa.
-É falso! – afirmou Eulália soluçando – Eu não amo Feitosa,
nunca o amei!
...se o amasse eu teria lhe entregado a prova do crime.
- Que prova?
- O canivete-punhal (que ela sabia que era do vigário).
Na venda do inspetor Antão, uns e outros vinham para beber
cachaça e cantar desafios.
“No dia 12 de junho um novo assunto serviu de pasto à
conversa dos cantadores de desafio e a todo o povoado: a doença incurável do Professor Queiroz.
Queiroz moribundo faz um pedido ao vigário:
“- Não abandone a minha desgraçada família. Jure-me que não a abandonará.
- Juro, meu amigo, mas nem precisava jurar, é o meu dever”.
Queiroz morreu.
Eulália desolada. O
vigário: “- Tenha paciência – murmurou ele
procurando consolar a moça: - não ficou de todo só, creia.”
Durante a noite do
velório, o vigário esperou o momento de ficar só ele e Eulália na sala velando
o defunto e veio declarar a Eulália:
...”Esses olhos que são meus... que serão meus... para
sempre!”
- “Deixe-me por piedade – murmurou a desventurada tentando
em vão desvencilhar-se”.
- “O Cristo, com a cabeça descaída, parecia chorar por tão
monstruosa infâmia”.
Eulália, aos pés do defunto chorando.
- “Meu pai! Meu santo pai! Por que não morri eu contigo!”
O dia começando a raiar e o vigário chama Eulália para ver a
beleza do momento. “Venha ver como o céu está bonito, Eulália, venha!
Ela responde com um choro mais forte.
...
O sacristão Mariano conversando com o vigário e desconfiando
que a filha do defunto corria risco ao ficar sob a proteção dele. O vigário ficou muito bravo inclusive porque
o sacristão disse que o vigário abusava da filha dele porque ele era pobre e
indefeso. Na ira, o vigário destempera:
- “Você até enxovalha a igreja... se eu não tivesse pena das
suas filhas, hoje mesmo o despedia.
Miserável!
Marciano, o sacristão, depois do bate boca com o vigário
toma a decisão de partir para o Ceará e vai tentar achar Rogério Monte que é o
suspeito do crime contra o Feitosa e havia um prêmio alto em dinheiro por
informações do suposto criminoso.
Ao saber da decisão do marido, a mulher do sacristão diz: - “Como fazer essa viagem,
Marciano?... Era o mesmo que nos
condenar a morrer de fome...
Continua no capítulo 8/8 (final do volume 1)
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