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A filha tenta consolar o pai sugerindo que ele venda o sitio que não tem dado lucro. Ele diz que o sítio não tem dado lucro. Explica que por causa da seca o sitio nada vale e que ninguém pagaria um décimo do valor anterior à seca.
Rogerio Monte iria para a capital tentar arranjar dinheiro e acertar as dívidas.
"Estava tomada a sua resolução porque, apesar de não ser soberbo, não teria forças para pedir o lugar em que sempre dera".
O vigário vai visitar Rogerio e mostrar o ofício do governo da província indicando que tem chegado do interior grande quantidade de retirantes fugindo da seca. A carta nomeava o vigário, Francisco Queiroz e Rogerio Monte para o cargo de comissários dos socorros públicos com verba que o governo ia enviar para o povoado. Buscava assim o governo evitar que o povo fosse todo caminhar para a capital.
Rogerio responde: - "Não posso. As minhas dívidas reduzem-me atualmente a precisar ser socorrido e não quero ser acusado de tirar do governo às ocultas o que ele manda ser dado às claras".
Rogerio falando com a filha sobre a busca de apoio na cidade.
- "A frieza dos desconhecidos doerá menos, minha Irena - Concluiu Monte - custará menos tristeza e humilhação".
Não deixar a busca de solução para amanhã. - Amanhã estará mais profundo e incurável: a ferida da infelicidade é mais fácil de gangrenar que de cicatrizar".
O vigário foi levar o pedido do governador ao Professor Queiroz e este também recusou o encargo. O vigário disse que iria procurar o Antão.
O interlocutor disse que o viu bem alterado no dia anterior. O dia após a noite do incêndio no Engenho onde se abrigavam os retirantes. E acrescentou ao vigário:
"- Esteve mal o pobre homem; dizia que você o tinha mandado incendiar o Engenho."
O vigário corroído pela paixão ..."e ao passo que o seu andar rítmico devorava a distância, a celeridade desse turbilhão de formosura e pudor punha-lhe no cérebro a vertigem da perdição".
"Eulália percebia o esforço do vigário para colocar-se ao seu lado, e por isso mesmo, esmerava-se em malográ-lo, acelerando seus passos."
No percurso, Eulália passa perto da casa de Mundica, "a rainha da formosura aclamada pelo povoado inteiro" (e que tinha um caso com o vigário).
Eulália chega na casa da amiga Irena e a encontra em lágrimas. A amiga conta que o pai dela faliu e que a família vai se mudar para a cidade grande.
"- Partir! - repetiu Eulália. E confundiu as suas com as lágrimas da amiga".
As amigas juntas e o sofrer. Irena disse que Eulália sofre, mas é diferente dela. Irena sofre por amor e não poder se unir com seu amado (que é da família rival de morte com os Feitosas). Já a amiga não ama o vigário que a ama.
...
- "Mas então esse vigário continua a faze-la sofrer?
- Muito, muito!!
- Oh meu Deus! - ponderou Irena receosamente. - Quer ver que você o ama!
- Eu?! - interveio Eulália, profundamente enleada. - Amo-o sim...como sua filha. ( o vigario a conhecia desde que ela era uma criança).
O vigário nomeou Antão como um da comissão para cuidar da distribuição da ajuda do governo aos retirantes.
Depois o vigário foi procurar o Feitosa para compor a comissão.
As moças do povoado, as de famílias mais aquinhoadas, foram requisitadas para amparar as crianças carentes e os enfermos. "Entre essas graciosas belezas, a filha do professor, uma flor de carne que exala perfumes do céu".
