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quinta-feira, 2 de abril de 2020

RESUMO - LIVRO - A ERA DO INCONCEBÍVEL - Joshua Cooper Ramo (Ex Editor da Time) - Parte 3/6


         Parte 3/6 - RESUMO DO LIVRO:  THE AGE OF THE UNTHINKABLE

         102 – A China expõe numa feira de equipamentos de tecnologia algo como uma maleta de viagem que contem um rastreador de radar para proteção anti aérea.   Os equipamentos do ramo dos outros países costuma ser de porte maior e de custo infinitamente maior.   O dos chineses é eficaz, compacto e barato.   Está lá porque eles tem versão mais aperfeiçoada e para mostrar poder de defesa.   Os equipamentos antigos captavam por emissão e recepção a posição dos aviões inimigos mas nisso com um tipo de onda, imediatamente recebiam bomba e eram anulados.   Esse novo equipamento chinês emite uma gama enorme de tipos de ondas (mais de dez mil) que não permitem serem atingidos e assim com pouco custo tem muito de proteção e podem revidar derrubando aviões de até bilhão de dólares.
         Velha lei de guerra.   Para cada arma de ataque se busca um dispositivo de defesa.  
         103 -  Filósofo inglês George Santayana.  “Somente os mortos viram o fim da guerra”.   Se somos pobres, guerreamos por raiva.  Se ricos, por cobiça.
         104 – Depois da II Guerra Mundial.  Guerras:
         França contra Indochina e Argelia em tempos diferentes
         Grã Bretanha contra o Quênia
         USA contra o Vietnã, Iraque
         Russia contra Afganistão, Israel e Libano.
         Estudos específicos sobre guerra feitos por cientistas indicam que nenhuma grande potência conseguiu derrotar rebelião no mundo nesta fase pos II Guerra Mundial.   O placar está em 22 x 0.
         105 – Frase de 2003 de Donald Rumsfield, então Secretário de Defesa dos USA:   (sobre a guerra contra o Iraque)   “Sabemos que estamos matando muito, capturando muito, confiscando armas.  Só não sabemos se isto quer dizer que estamos vencendo a guerra”.
         105 – Os americanos sabem que tem o arsenal top de ataque mas sabe que tem vulnerabilidade na defesa.   A defesa pode envolver ataque cibernético, por exemplo, derrubando a comunicação mundial com satélites, etc.
         110 -  As gigantes de tecnologia.   Da IBM à Intel. Da Intel para o Google.  Cada vez tudo mais sofisticado e inovador.
         112 – Os ataques suicidas são baratos ofensivamente e caro a defesa contra esse tipo de ataque.  O ataque do Onze de Setembro custou a quem atacou algo como 1 milhão de dólares.   A defesa após esse ataque tem custado aos USA tipo 1 milhão de dólares por hora em vigilância para tentar evitar novas ocorrências.
         113 -  ... “nossa segurança se tornará cada vez mais periclitante”.
         118 -  As propostas do autor para solução disso tudo.   O que ele chama de Segurança Profunda.
         121 – Gertrude Stein, americana, família muito rica e pendor pelas artes, vai morar em Paris no agito cultural em pleno ano de 1914 com a I Guerra Mundial em curso.     Ela conviveu com celebridades como Picasso.  Ela e os artistas de então percebiam muito melhor as mudanças dos tempos e dos paradigmas do que todos os outros “seres pensantes” como cientistas, políticos de então.    Era o movimento do  Cubismo em gestação nas artes.
         122 – A I Guerra Mundial teve a “ajuda” até do telégrafo que era por assim dizer a internet da época.   O autor diz que há até pesquisadores que tem a hipótese que o telégrafo interligou governos e a velocidade nova deu clima para aumentar a ira das pessoas e precipitar a guerra.   Antes era por carta que demorava dias, semanas ou meses.   E poucos sabiam do que ocorria e as tratativas pela paz ou pelos conflitos.     Se olhar para o  mundo nosso de hoje com a internet, pode-se imaginar que houve mais um enorme aumento de velocidade de informação e isso pode até causar tensões.
         Hoje estamos em uma onda de mudanças que são rápidas e excedem nossa capacidade de pensar.  O problema é que poucos reconhecem e entendem as mudanças em curso.
         Os artistas, mais sensíveis talvez, sintam e entendam mais essas mudanças.   Mas políticos, diplomatas, financistas, carregados de conceitos enraigados não enxergam as mudanças mesmo tendo o poder de pilotar o barco que nos leva.
         123 -  O sistema com suas incertezas corroi nossa segurança financeira, intelectual e física.
         127 – Um servidor francês da área de comunicação com dom artístico percebeu do alto de torre em Paris, onde vigiava espaço aéreo e via os ataques alemães às tropas locais.   Com seu dom de artista percebeu que a cor das fardas dos franceses tornavam eles alvo fácil do inimigo.      Criou assim uma roupa especial com tons de cores (cubismo) que disfarçava e camuflava soldados e mesmo veículos militares.   Camuflados, ficavam menos visíveis e menos vulneráveis aos ataques implacáveis dos ataques aéreos pelos alemães.     
         O autor dessa criatividade foi o francês Lucien-Victor Guirand de Scévola, em 1915.    A I Guerra foi de 1914 a 1918.
         130 – O pintor Klimt da cidade de Viena pintou na época a milionária Johanna Staude.  Pintura cubista onde ela aparece sensual.   Mostra um momento da arte com as mudanças da arte acompanhando a mudança dos tempos.
         131 – Em 1905 Albert Einstein e a Teoria da Relatividade.   Mudanças.
         132 -  Tudo numa dinâmica de mudanças na sociedade e os mais velhos poderosos de então não viam as mudanças ao seu redor.
         1918  Conferência de Paris no Palácio de Versalhes.   27 países reunidos tentando colocar fim à guerra.    Houve até assessores da envergadura de Max Weber, o economista britânico John Maynardes Keines.       Foram seis longos meses de negociações e em seguida assinaram o Tratado de Versalhes que não deu muito bom resultado.
         134 – O mundo da cultura incluindo a psicologia, filosofia e artes plásticas enxergavam a dinâmica do mundo do seu tempo, mas os donos da política e da guerra não viam.   Deu no que deu.   1914-1918, Primeira Guerra e logo de 1939 a 1945, a II Guerra Mundial.
         136 – O artista plástico Miyamoto um dia foi contratado para a parte de desenvolvimento de produtos pela Nintendo que na época era a toda poderosa na parte de videogames.   Ele era um que via o seu tempo.   Criou a partir de uma pessoa prestadora de serviço de encanador, o Super Mario Brothers que rendeu 20 bilhões de dólares à Nintendo.   Valor cinco vezes maior que a série de filmes Guerra nas Estrelas, campeã de bilheteria nesse ramo.      Antes o criativo Miyamoto estudou artes e tocava guitarra e flanava pela cidade.     Quando a Nindendo o convidou para apresentar um projeto que ele tivesse criado e ele mostrou um tipo de cabide para uso infantil que numa parte tinha forma de bichinhos que agradava as crianças.  Foi um sucesso de vendas.    Os cabides eram os Miyamotos das crianças.
         Foi contratado.   Disso, surgiram Super Mário e outros inventos.   O parâmetro dele era o esposometro. Ele bolava algo na parte de informática e via se despertava interesse dela.  Se não despertasse, ele intuía que a coisa não iria emplacar.     Com ajuda de sua genialidade a Nintendo se tornou a maior empresa do Japão em seu tempo.
         138 – A batalha bilionária entre Sony e Nintendo pela liderança em jogos eletrônicos.
         142 – A indústria de jogos olham na velocidade das máquinas.  Miyamoto criou o Wii que se inspirava na forma de ação do air bag de carro ao ser acionado.   Criou o Wii, jogos de movimento do jogador, diferente do jogo de apertar botões sentado no sofá.  O Wii fez até senhoras comprarem o equipamento, o Wii Fit para fazer exercícios.  Barato e sucesso total.   Ver que o conceito é uma quebra de paradigma do setor.
         144 – O Wii e o cubismo teriam algo em comum.   Ver o momento atual e interpretar o momento atual.   Assim não se fica na rota de ser atropelado pela imprevisibilidade.     É trabalhar dentro desta.
         146 – Cita a China e a Venezuela como exemplos negativos na visão do autor.   São de outra ideologia...
         150 – Israel.  O país cercado de inimigos.    Fundado no pós guerra, em ação da ONU, foi criado em 1948.
         Fala de um pensamento budista para não errar.  Ter três aptidões:
         Compreensão correta; pensamento correto e ação correta.
        
                (continua na matéria seguinte - Parte 4/6)

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