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quinta-feira, 31 de agosto de 2023

CAP. 05/20 - fichamento do livro - MANUAL DO INFINITO - (sobre Autismo por um Autista) - HENRIQUE VITORINO - agosto/23

 capítulo 5/20

 

         Ouvindo a banda Bee Gees, álbuns como Odessa ou Living Eyes  “me causa estereotipia para relaxar...   Se eu não dançar provavelmente terei uma crise de felicidade”.

         “Falar de si usando a terceira pessoa...  não se expor muito...”

         Na fonoaudiologia, esse fenômeno se chama especularidade.

         Gostaria ainda de falar das estereotipias violentas e as consideradas imorais”.

         “Eu encontrei a solução de usar meu mordedor (usual no esporte) ou bater num travesseiro da raiva... para descarregar minha energia.”   Mantenho minhas unhas curtas para não me arranhar.

         Zonas erógenas incluindo os mamilos.   “A própria excitação é um meio de acalmar os estímulos ansiosos.”

         ...”Toda pessoa autista já sabe:   o estresse está insuportável?   Vamos sacudir o corpo!”.

         Capítulo -  Deixa eu falar, Doutora:  Conversa com profissionais que lidam com autismo.      “...nascemos em um mundo que ainda não nos acolhe como neurodiversos”.

         “No ambiente escolar ... somos frequentemente tratados como sacos de pancadas dos outros colegas...”

         “Toda pessoa que procura ajuda sobre autismo está sofrendo”.

         “O meu mundo autista tem alergia ao curandeirismo e ao charlatanismo”.

         “Em relação ao autismo, é possível encontrar modos para desenvolver qualidade de vida da pessoa”.

         Há no Brasil as leis e a CIPTEA Carteira de Identificação de pessoas no TEA Transtorno do Espectro Autista.

         Capítulo -  Que Qisso? : níveis de suporte e níveis de capacitismo.

         O nome deste livro é Manual do Infinito porque há uma infinidade de nuances no universo do autismo.

         A Ciência vai buscando formar tabelas par enquadrar as pessoas em níveis, mas na realidade as pessoas não cabem nas “caixinhas” destinadas a explica-las com a tabela.

         Dos três níveis de autismo descritos, o autor aqui é nível 1, mas ele vê em si situações que transita por outros níveis do autismo e nisso ele não está só, muito pelo contrário.

         Capítulo – O legado para os autistas do amanhã:  O que penso do futuro.

         O diagnóstico do autor, de 29 anos de idade.

         “...depois de 29 longos anos de sofrimento, inadequação social, violência, desespero e medo, medo de tudo”.

         Após o diagnóstico, vontade de lutar pelos autistas.

         “Como sou movido por desafios e possuo interesse específico em Comunicação e Humanidades ...  se uma criança neurotípica convive com uma criança autista na sala de aula, ela aprenderá na prática que o autismo não é uma doença”.

         “Não podemos ter o luxo de ser omissos diante das lágrimas de alguém”.

         “O ser humano é o filho ingrato da Natureza”.

         ...”sinto vontade de ser a mudança do mundo”.   (defender  a Natureza).

         Lutar e sonhar alto para si e para os demais autistas no convívio social.

         Capítulo -  O melhor autista do mundo:  representatividade de autista para autistas.

         ...”onde estão os autistas negros, ... idosos... que se tratam contra a depressão... ?   Onde estão os autistas que não são aceitos por suas famílias?

         “Onde estão os autistas agêneros?”...

         “Se acaso digo alguma inverdade, espero ser corrigido.  Este livro inclusive, deseja suscitar a voz da comunidade autista pra falar sobre si mesma, a sociedade e o mundo”.

 

         Continua no capítulo 6/20

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